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Entrevista com Mafalda Marujo

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Foto: Jorge Santiago


Mafalda Marujo , de  vinte e três anos , internacional Portuguesa e jogadora do Clube Futebol Benfica deu inicio a sua carreira apenas com dezoito anos ,no Ponte Frielas onde jogou apenas um ano e antes de chegar ao Clube Futebol Benfica , esteve dois anos no  Escolinhas de Setúbal

Na sua ainda curta carreira ,  a jogadora já recebeu dois prêmios Melhor jogadora da 1° fase do   Campeonato Nacional; Melhor marcadora do Campeonato Nacional da 1°  e  já representou a nossa seleção , o nosso jornal entrevistou Mafalda Marujo confere .

 Na opinião da jogadora o futebol feminino no nosso pais tem vindo a evoluir e diz ela podendo evoluir muito mais se existissem mais apoios .

Mafalda fala , que a nova geração de jogadoras , são na sua maioria jogadoras com bastante potencial e que se forem trabalhadas da melhor maneira , com os objetivos sempre em foco é uma geração de grande futuro .

Mafalda diz que para o futebol feminino atingir outro patamar , as atletas terão de ter mais horas de treino  e talvez passando por serem profissionais, para se dedicarem a 100% ao futebol, porque qualidade não falta!

Quando o tema foi o feito histórico alcançado pelo Ouriense  , representando assim pela primeira vez na segunda fase da Liga dos campeões e se o acontecimento lhe passava ao lado por ser outro clube e não o que ela representava as palavras da jogadora foram as seguintes:

"Não, não me passa ao lado, apesar de estar noutro clube, fico feliz e orgulhosa por ser uma equipa portuguesa a conseguir este feito, hoje estão lá elas, amanhã poderei estar eu com a minha equipa."


Mafalda como te consideras enquanto jogadora ?


"Considero me uma e boa jogadora, mas ainda tenho muito para dar e aprender, e ajudar todos os clubes por onde passar. Mas acho me uma jogadora uma forte fisicamente e tecnicamente e rápida."

Vestir a camisola da seleção  foi o momento mais alto da tua carreira ate agora ? 

"Sim, vestir a camisola da seleção é sempre um momento alto, é o meu país, o meu orgulho, é um momento inesquecível"

Anibal Bastos



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Paio Pires Vence Estoril na sua apresentação

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 Foto: Facebook Estoril Praia
A equipa Paio Pires recebeu e venceu esta tarde a equipa do Estoril Praia por 3 bolas a 1 , em mais um jogo de preparação , em que o mesmo também serviu para a equipa da casa fazer a sua apresentação aos sócios

Para a semana a equipa do Estoril , tem mais dois jogos de preparação.
No sábado contra o Clube Futebol Benfica as 11H e no domingo pelas 17H a equipa faz a sua apresentação aos sócios contra o Bobadelense 

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Convocatória para jornada dupla

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 Francisco Neto chamou 18 atletas para os dois derradeiros jogos de apuramento para o Campeonato do Mundo de 2015, na Holanda e diante da Bélgica

A Equipa das Quinas inicia o estágio no próximo dia 5 de setembro, treinando no Municipal de Oeiras, antes da partida para a Holanda.
Os jogos com holandesas e belgas estão marcados para os dias 13 e 17 de setembro, em Venlo (Estádio Seacon, 18h00 de Portugal Continental) e Abrantes (Estádio Municipal, 18h30), respetivamente.

 Eis a lista de convocadas:

 CA Ouriense Workfone: Diana Silva e Filipa Rodrigues;

CF Benfica: Elsa Ventura e Matilde Fidalgo;

Chelsea FC: Ana Borges;

FD Laura Santos MS: Sílvia Rebelo;

FC Neunkirch: Adriana Rodrigues;

RC Rossiyanka: Carolina Mendes;

FF Yzeure Allier Auverge: Patrícia Morais;

GD A-dos-Francos: Catarina Sousa;

Linköping FC: Cláudia Neto e Jéssica Silva;

MSV Duisburg: Carole, Dolores Silva e Laura Luís;

UTB/TSC: Mónica Mendes;

Valadares Gaia FC: Neide Simões e Regina Pereira.

Fonte: FPF

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Agosto agitado para as meninas em todo o mundo

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A FIFA lançou a campanha Live Your Goals (LYG) para fazer mais meninas e mulheres de todo o mundo se interessarem pelo futebol e motivá-las a participar e viver experiências positivas com a modalidade. O FIFA.com recapitula algumas das atividades da iniciativa durante o mês de agosto. Houve eventos na Arménia, no País de Gales, na Costa Rica, no Japão, na Estónia e na Irlanda, onde o verão do Hemisfério Norte esquentou o ambiente.

Canadá
A Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA foi um enorme sucesso e motivou as jovens canadenses a participar dos festivais LYG em cada uma das quatro cidades-sede do torneio. Mais de 750 garotas entre oito e 12 anos curtiram o sol do verão local e a presença de várias jogadoras das seleções adulta e sub-20 do país, como Rhian Wilkinson e Britanny Baxter, ao mesmo tempo em que aprendiam mais sobre a modalidade. Espera-se que o programa seja apresentado para um público ainda maior durante a Copa do Mundo Feminina da FIFA™ no ano que vem.

País de Gales
O programa LYG estreou em Gales com mais de cem meninas com idades entre seis e 11 anos dando início a sua experiência como jogadoras de futebol. O evento aconteceu em Cardiff e as participantes puderam ver de perto como seus ídolos da seleção feminina galesa enfrentavam a Inglaterra pelas eliminatórias para o Mundial do ano que vem. Seis festivais serão organizados no país em 2014. Ao longo de quatro anos, espera-se que a campanha cresça para alcançar um mínimo de 4.400 novas participantes.

Arménia
Pelo terceiro mês consecutivo, a Federação Arménia de Futebol organizou um evento da campanha – desta vez, na cidade rural de Alaverdi, a 180 quilómetros da capital, Yerevan. As participantes, que tinham entre sete e 14 anos, aproveitaram ao máximo a oportunidade com sorrisos e alegria de sobra. O prefeito da cidade esteve presente no festival e a imprensa cobriu o importante evento para a localidade.

Próximos festivais
Setembro voltará a ser um mês movimentado para o programa Live Your Goals da FIFA, que terá eventos no Paraguai, na Moldávia, no Panamá, na Arménia e na Irlanda do Norte, além de inúmeros festivais para meninas.

Fonte: FIFA

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Entrevista de Marta para o canal 4 Sueco

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Marta recebe a equipe do canal 4  e fala um pouco sobre seu atual momento na Suécia .

A equipe do canal 4 sueco foi ate o Malmö IP em Malmö, para falar com Marta ,considerado por todos como uma das maiores estrelas do Futebol feminino Mundial . Depois de uma temporada turbulenta no Tyresö FF Marta volta com tudo para seu mais novo desafio.      Marta: Eu já tinha decidido a continuar  jogando aqui na Suécia e ter a oportunidade de jogar novamente a Chanpions League, e´ muito importante para mim , e também tenho algumas coisas mais importante no momento do que a parte financeira . Eu Fiquei dois meses no brasil para pensar bem qual seria meus próximos passos e tudo mais , porque a situação que todas nós  atletas passamos  no Tyresö FF afetou muitas pessoas , imagina você treinar um dia e no outro abrir o jornal e ler muitas coisa sobre seu clube , sobre a situação financeira e tudo mais , bem difícil tudo isso . Perguntada se ela chegou a perder um pouco a alegria de jogar , Marta foi clara e disse que sim , que tudo isso mexeu muito com a cabeça de todos , me perguntava qual seria os próximos passos, para onde devo ir ,o que vai acontecer nos próximos dias , o que vai acontecer com o clube , muitas coisas . Perguntada,  como você  tem certeza que isso não acontecera  novamente no FC Rosengård ? Marta com um sorriso e bom Humor disse que aqui ela já sentiu que as coisas são bem diferentes e que espera que continue assim  .

Marta assinou por seis meses de contrato com o FC Rosengård e ira receber  menos da metade que recebia no Tyresö FF que era de 170 000 Coroas suecas mensais ,(60.000 reais )  isso mostra que a Brasileira não priorizou a parte financeira e sim ,seu amor e carinho que ela tem pela Suécia , Marta ate já solicitou o pedido para receber sua nacionalidade Sueca , Marta também falou que chegou na Suécia com 17 anos . Aprendi muitas coisa boas aqui e já vivo praticamente como uma Sueca, eu gosto dessa vida , aqui se pode viver mais tranquilo e mais privado do que no Brasil ou em outro lugar , eu aprendi a viver aqui , Finalizou Marta .

Fonte : http://www.tv4.se

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Goebel retorna à casa para recuperar seu troféu

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Às vezes, pegar o caminho mais complicado acaba sendo o mais recompensador. Este é o caso da americana Beverly Goebel, que no ano passado encerrou uma passagem de dois anos pelo futebol japonês e, como uma das poucas estrangeiras da competição, se sentiu bastante gratificada.

Hoje Goebel defende o Seattle Reign, que tentará chegar ao título do Campeonato Americano neste domingo, quando receberá o Kansas City na decisão da segunda edição do torneio. A atacante, nascida no sul da Califórnia, vem se dando bem no retorno ao país natal após a aventura japonesa, já que ajudou sua equipa a terminar a primeira fase da competição na primeira colocação, com apenas duas derrotas.

Ao que parece, Goebel está se sentindo em casa em Seattle: foi a única jogadora em um elenco cheio de craques a participar de todas as 25 partidas da equipe nesta temporada. É um feito e tanto, considerando que o ataque do Reign conta com estrelas como as estrangeiras Kim Little e Nahomi Kawasumi e a americana Sydney Leroux, ícone de sua geração no país.

“O clube trouxe jogadoras com personalidades ótimas. A equipa se entrosou muito bem e isso nos ajudou para valer a ter um bom desempenho. Não consigo expressar tudo que é bom no clube, que conseguiu criar um clima tão positivo. Vem sendo uma experiência maravilhosa até agora e eu estou realmente grata de fazer parte dela”, diz Goebel, quando o FIFA.com pergunta as razões para o sucesso do Seattle.

Crescer como jogadora
A jogadora de 26 anos voltou aos Estados Unidos depois de uma boa experiência em solo japonês. A passagem foi coroada no ano passado, quando seu clube, o INAC Kobe Leonessa, conquistou todos os quatro troféus em disputa. Goebel teve um papel importante nessa campanha ao se tornar a primeira estrangeira a ser goleadora do Campeonato Japonês desde a década de 90. Nada mau para uma atleta que tinha sido transformada em atacante pouco menos de 12 meses antes.

Uma excursão pelo Japão com o Sky Blue, equipa que defendia em 2011, foi o detonante de uma profunda mudança em sua vida. Ela foi contratada pelo Leonessa e se juntou a tantas outras jogadoras que foram buscar trabalho longe dos EUA após a quebra da WPS (sigla em inglês para Liga Feminina de Futebol Profissional), a versão anterior do Campeonato Americano. Porém, ao contrário de muitas compatriotas, decidiu continuar no exterior quando a nova competição, a NWSL (Liga Nacional Feminina de Futebol), começou no ano passado.

No Japão, em campo Goebel trocou com sucesso a meia pelo setor ofensivo. Fora dele, também viveu uma transformação pessoal. “Voltei sendo uma pessoa melhor. Consegui me encontrar como jogadora. Com a dificuldade do idioma, eu tinha que encontrar minhas próprias soluções, o que me ajudou a crescer como jogadora”, afirma.

Muitos torcedores e torcedoras em todo o planeta se maravilharam de longe com o estilo de jogo das japonesas, cujo ponto alto foi a conquista da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2011™. Goebel, porém, teve o privilégio de viver a cultura do futebol do país bem de perto, e dizer que ela gostou do que viu seria minimizar o que de fato aconteceu. “A ética profissional delas não existe. Fiquei muito impressionada com o jeito como elas tocam na bola, com a movimentação quando não têm a posse, com a leitura tática que fazem do jogo e com a habilidade delas”, conta.

Uma americana no Japão
Depois de uma boa temporada de estreia, Goebel rechaçou a opção de voltar para casa para disputar a primeira edição do novo Campeonato Americano em 2013. “(Jogar no Japão) era muito diferente, como se fosse um desporto novo para mim. Depois do primeiro ano, eu sentia que aquilo ainda não tinha acabado. Sempre fui alguém que gosta de estudar o jogo, mas aquilo era diferente, eu fiquei fascinada. Era um desafio, mas eu gostava. Tenho muito respeito pelo estilo de jogar futebol e pela cultura japonesa”, garante.

“Foi muito difícil no começo pela falta de pessoas que falassem inglês. Foi uma daquelas coisas em que, se você entra pensando positivo e mostrando vontade, acaba saindo com uma grande experiência”, explica a americana, que não falava japonês ao chegar ao novo país. “Acho que é importante sair daquilo que conheço e aprender sobre mim mesma, não só como atleta, mas como pessoa. Eu aprendi coisas com a cultura japonesa que espero um dia ensinar para meus filhos. O Japão com certeza tem um lugar especial em meu coração e sempre terá”.

O futebol é há muito tempo algo significativo na vida de Goebel. Seu marido, Othaniel Yánez, namorado da atleta desde a adolescência, é alguém que se dedica totalmente à modalidade e chegou a defender o Columbus Crew nos EUA. “Muitos dos nossos encontros eram jogando bola”, conta a atleta, com um sorriso no rosto. “O futebol é uma parte muito importante de nosso relacionamento. Ter comigo alguém que entende do desporto foi ótimo, porque isso significa que ele me deu muito apoio”.

Fonte : FIFA

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A melhor da Europa

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 A vencedora foi a alemã Nadine Kessler, do Wolfsburg. Ela levou a melhor sobre suas companheiras de equipe Nilla Fischer e Martina Müller. A eleição para a melhor jogadora da Europa é feita de forma eletrônica. São computados os votos de 53 jornalistas, cada um representando uma federação filiada à Uefa.

Anibal Bastos

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Liu Yiliang prevê futuro brilhante para a China

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Foto: Getty Imagens

Para Liu Yiliang, não poderia ter havido palco mais adequado para levar a China à medalha de ouro no Torneio de Futebol Feminino dos Jogos Olímpicos da Juventude 2014 do que o familiar Estádio Wutaishan, em Nanquim. Se um dia ele foi a casa em que o treinador de 43 anos passou uma década de sua carreira como meio-campista do Jiangsu Sainty, a partir de agora será também o cenário em que o comandante conduziu suas meninas ao primeiro título do país em uma competição da FIFA.

Sob a liderança de Liu, a garotada da seleção chinesa feminina sub-15 passou por todas as adversárias que apareceram pela frente nos Jogos Olímpicos da Juventude, superando a Eslováquia na disputa de pênaltis da semifinal após duas vitórias na fase de grupos. Na tão esperada decisão contra a Venezuela, as jovens anfitriãs surpreenderam as favoritas com uma goleada por 5 a 0 para conquistarem invictas a medalha de ouro.

"No final das contas, nossos dois anos de treinamento pesado não foram em vão", disse o técnico chinês em entrevista ao FIFA.com após a cerimônia de premiação. "E os esforços das jogadoras também foram recompensados. Este resultado é muito gratificante", acrescentou Liu com a voz trêmula revelando mais do que uma simples pitada de emoção.

O início de algo grandioso
Liu Yiliang assumiu o comando da seleção sub-15 em 2011, quando o futebol feminino da China estava em baixa. Pela primeira vez na história, as mulheres da equipe principal haviam ficado de fora da Copa do Mundo Feminina da FIFA e do Torneio Olímpico de Futebol, enquanto as seleções de base haviam passado em branco nos Mundiais Sub-17 e Sub-20 de 2010, incapazes de marcar um gol sequer.

A primeira safra de jovens que Liu treinou fez uma suave transição para a seleção sub-17, em que suas ex-jogadoras desempenharam papel fundamental na bem-sucedida campanha da China na Copa do Mundo da categoria realizada na Costa Rica no último mês de abril. Após ter sido encarregado da equipe sub-15 há dois anos, o técnico montou mais um selecionado de primeira linha, conduzindo seu grupo de adolescentes ao topo do pódio nos Jogos Olímpicos da Juventude.

Foi com emoção que o treinador chinês recordou o início desse mais recente trabalho. "No meu primeiro dia, disse às jogadoras que elas precisavam ser ambiciosas", revelou Liu. "Falei: 'Quando você joga futebol, tem que sonhar com o título mundial. Se vocês não têm objetivos desse tipo e autoconfiança para isso, não podem querer se tornar jogadoras de alto nível, mesmo se tecnicamente forem excelentes."

Liu é um comandante diferente. Ao contrário de outros treinadores que trabalham exclusivamente os aspectos técnico e tático do futebol, o chinês dá enorme importância à formação da personalidade e das qualidades morais de suas pupilas. "Minha filosofia é a seguinte: se você quer jogar bem, precisa primeiro aprender a ser uma boa pessoa", explicou Liu. "Uma boa jogadora tem que ser, acima de tudo, uma boa pessoa. Por isso, temos um ótimo ambiente no grupo, com todo mundo treinando duro e se ajudando, o que é vital para a equipe."


A primeira reação de Liu Yiliang após a vitória sobre a Venezuela na final foi agradecer às suas garotas. "Reconheço os esforços delas. Nestes dois anos à frente da seleção, as jogadoras evoluíram, mas eu também aprendi muito. Sou grato a todas elas por me ensinarem tanto (como treinador). Esta equipe criou seu próprio estilo e sistema de jogo, que foram aperfeiçoados e praticados em competições internacionais como os Jogos Olímpicos da Juventude. Elas têm um grande futuro pela frente."

Não é preciso nem dizer que esse grupo campeão deve formar a base da seleção chinesa no Campeonato Asiático Feminino Sub-16 do ano que vem, que serve como torneio classificatório do continente para a Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA 2016. "Se pudermos manter o desenvolvimento e o progresso que tivemos até aqui, elas devem estar preparadas para representar a China no torneio sub-16", comentou Liu. "Mas deixo a elas um alerta: 'O triunfo de hoje é apenas o começo. A estrada ainda é muito longa para vocês se tornarem jogadoras de alto nível'."

Embora Liu Yiliang ainda não saiba exatamente o que o futuro reserva às suas meninas e a si próprio após essa vitoriosa odisseia olímpica, ele já começa a sentir uma ligação especial com o futebol feminino. "Ao longo dos últimos anos, criei um vínculo com as jogadoras e acumulei experiência como treinador, mas não foi só isso. Minha confiança como técnico de futebol feminino também se fortaleceu. Por isso, aproveitarei esse tempo para fazer um balanço das minhas experiências", analisou o comandante chinês, que não foi o único a se fortalecer durante esses dois anos de trabalho. "Meu sentimento é de que há algo grandioso à espera destas jogadoras e do futebol feminino da China como um todo", concluiu com convicção.

Fonte: FIFA

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Inicio de Preparaçao para a Copa América no Equador

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As jogadoras da seleção brasileira de iniciaram no dia de ontem quarta-feira os treinos visando a Copa América que se disputará em setembro, no Equador. Concentradas na Granja Comary, em Teresópolis/RJ, as comandadas do técnico Vadão defendem o título da última edição em 2010, também em território equatoriano, buscando o hexacampeonato em 2014.

As meninas  treinarão em dois turnos, às 9 e 15:30 horas (horário de Brasília). No dia 9 de setembro viajavam para o Equador pra a estreia no dia 12 do mesmo mês, contra a Bolívia, às 19:10h (horário de Brasília), na cidade de Loja. Os outros dois adversários do Brasil neste Grupo B serão Paraguai e Chile, dias 14 e 18, em Cuenca.

Campeão em 1991, 1995, 1998, 2003 e 2010, a seleção brasileira é a maior ganhadora do torneio, perdendo apenas a edição de 2006 quando a dona da casa, Argentina, conquistou o certame.

Fonte: Red Record

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Sub-19: Qualificação arranca a 13 de setembro

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Já se encontra definido o calendário de jogos do Grupo 8 da primeira fase qualificação para o 14.º Campeonato da Europa Feminino de sub-19, cuja fase final será disputada em 2015.

Os encontros do Grupo 8 serão disputados entre os dias 13 e 18 de setembro, no Distrito de Viseu - em Mangualde, Nelas, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, Tondela e Viseu.

A Seleção Nacional sub-19 feminina terá como adversárias as suas congéneres da Bielorrúsia, Macedónia e Rússia.

Eis o calendário de jogos:
13 de setembro de 2014 | Sábado
14h00: Rússia – Bielorrússia, no Parque Desportivo do Fontelo (Viseu)
16h00: Portugal – Macedónia, no Estádio João Cardoso (Tondela)

15 de setembro de 2014 | Segunda-feira
14h00: Macedónia – Rússia, no Estádio Dr. Orlando Mendes (Santa Comba Dão)
16h00: Portugal – Bielorrússia, no Parque Desportivo Sant’Ana (Penalva do Castelo)

18 de setembro de 2014 | Quinta-feira
16h00: Rússia –Portugal, Estádio Municipal de Nelas
16h00: Bielorrússia – Macedónia, no Estádio Municipal de Mangualde

Primeiros e dez melhores segundos classificados passam à Ronda de Elite
A primeira fase de qualificação, disputada em setembro, integra 11 grupos de quatro equipas disputados em mini-torneios num único local. Os 11 primeiros classificados dos grupos e os dez melhores segundos posicionados juntam-se a três cabeças-de-série.

Fonte: FPF

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Telma Monteiro é vice-campeã mundial

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Foto: João Alves/Lusa 

Telma Monteiro conquistou esta quarta-feira a medalha de prata na categoria de -57 quilos do Campeonato do Mundo de judo, ao ser derrotada na final pela japonesa Nae Udaka no ponto de ouro.

A portuguesa chegou a comandar o combate até aos últimos 30 segundos, altura em que uma penalização empatou a final, fazendo com que tudo se decidisse no ponto de ouro, onde Udaka acabou por se mostrar mais fresca e agressiva.

Esta é a quarta medalha de prata de Telma Monteiro em campeonatos do Mundo, depois das alcançadas em 2007, 2009 e 2010.

Fonte: Diário de Noticias

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A Tetra Campeã Jozi

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Joziene Oliveira , ou Jozi , como é mais conhecida no mundo desportivo , deu inicio a sua carreira , imaginem no handebol com apenas sete anos , praticando na escola e na equipa da sua cidade local até aos seus dezoito anos .

Jozi jogou uma temporada no extinto clube ADC Chapecó  , onde iniciou a sua carreira no futsal , jogou quatro temporadas Unochapecó Nilo Tozzo Aurora – Female Futsal e outros seis anos no Kindermann antes de remar a terras  Espanholas .

A jogadora internacional Brasileira e Tetra Campeã ,diz que em Espanha é bastante respeitada e que os seguidores do futsal a tratam com muito carinho.

Jozi diz mesmo :

“Acho que já conquistei um pequeno espaço entre os admiradores do futsal espanhol e por onde passo encontro pessoas que me “reconhecem” e acompanham o meu trabalho.”

A jogadora diz que o seu maior objetivo de carreira era chegar a Seleção, e que agora conquistado , nunca mais o quer deixar para traz , trabalhando o melhor possível , para ajudar a sua equipa a reconquistar a Liga e Taça de Espanha e para se destacar na sua posição para ter atenção do selecionar Brasileiro para estar dentro das convocadas e ter espaço no jogo .

Quando lhe colocamos a questão de como e ser Tetra Campeã   do Mundo Jozi respondeu de seguida: 

“É bonito. É colher o melhor fruto!” Resultado do trabalho, do foco e da disciplina individual e depois coletiva. Ser tetra campeã mundial é compartilhar momentos inesquecíveis com gente trabalhadora e apaixonada pelo futsal. “

Ate que idade pensas continuar a jogar Jozi? 

 “Essa pergunta é difícil de responder. Pretendo ter filhos no futuro e a idade é algo que devo ter em conta, mas, me alegro cada manhã quando me levanto e penso “hoje tem treino”. Enquanto sentir essa alegria, seguirei jogando e desfrutando do futsal. “


Aníbal Bastos

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sub-19: Estágio para 22

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A Seleção Nacional feminina sub-19 já está concentrada no Centro de Estágios e Formação Desportiva de Rio Maior para o derradeiro estágio de observação antes da participação no I Torneio de Apuramento para o Campeonato da Europa de 2015, onde vão ter como adversárias as seleções da Macedónia, da Rússia e da Bielorrússia.

Mesmo com a competição oficial à distância de sensivelmente duas semanas, as comandadas do Treinador Nacional José Paisana estão apenas focadas no trabalho quotidiano, como explicou ao fpf.pt a internacional portuguesa Francisca Cardoso: "Perspetivo que este seja um estágio exigente, como todos os outros. Qualquer compromisso ao serviço da Seleção Nacional é uma grande responsabilidade. Talvez este estágio seja apenas um pouco diferente por estar numa fase mais avançada da preparação. Tem de haver mais concentração por estarmos mais próximas de jogarmos o apuramento para o Europeu, vamos colocar em prática o que temos aprendido para estarmos no máximo quando chegar a competição. Esperamos encontrar muitas dificuldades nos jogos que temos pela frente, mas acreditamos que temos de pensar sobretudo no nosso trabalho."

Francisca Cardoso sente que os primeiros estágios da época serviram não só para criar rotinas dentro de campo, mas também para criar afinidades fora dele: "Como há muitas jogadoras novas, começámos agora a conhecer-nos e a harmonia entre nós é cada vez maior. Neste momento posso dizer que a equipa está unida, damo-nos todas bem estamos aqui para trabalhar em prol de um objetivo comum", frisou, para esclarecer em seguida aquilo que os adeptos portugueses podem esperar desta Equipa das Quinas: "Somos uma equipa aguerrida, com muita raça e querer. Penso que um dos nossos pontos fortes é precisamente a entreajuda que existe. Somos todas solidárias umas com as outras, queremos ter muita posse de bola tentaremos orgulhar o país."

As sub-19 voltam ao trabalho esta terça-feira, com dupla sessão de treino em Rio Maior (10h00 e 18h00).

Eis a lista completa de convocadas:
AA Universidade de Évora: Cláudia tecedeiro.
ACDR Pico Regalados: Ana Tinoco.
Boavista FC: Bárbara Azevedo, Francisca Cardoso e Sara Monteiro.
Burlington Bayhawks: Ashley Almeida.
Clube Albergaria: Patrícia Oliveira.
CA Ouriense: Joana Marchão e Patrícia Ribeiro.
Chelsea FC: Sara Moreira.
Esc. Fut. Feminino Setúbal: Nadine Cordeiro.
FC Zurich: Raquel Videira.
FD Laura S Moim. Beira: Inês Silva.
FC Castrense: Carolina Silva.

GD A-dos-Francos: Carolina Ferreira, Matilde Figueiras e Sofia Silva.
Leixões SC: Cláudia Lima.
Santa Teresa CD: Fátima Pinto.
S. União 1.º Dezembro: Margarida Sousa.
Valadares Gaia FC: Tatiana Beleza e Vanessa Malho.


26 de agosto| terça-feira
10h00 Treino (CE Rio Maior)
18h00 Treino (CE Rio Maior)

27 de agosto| quarta-feira
10h00 Treino (CE Rio Maior)
18h00 Treino (CE Rio maior)

28 de agosto| quinta-feira
10h00 Treino (CE Rio maior)

Fonte: FPF

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Atletas dos EUA vem reforçar o Vitória no Brasileirão 2014.

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O Vitória de Santo Antão, um dos representantes de Pernambuco no Campeonato Brasileiro Feminino, buscou nos EUA mais dois reforços para a competição.

Uma delas é a brasileira Isadora Freitas, que mora há vários anos nos Estados Unidos, graduou-se numa universidade americana e jogou a Women Premier Soccer League deste ano, tendo se sagrado vice-campeã nacional.

A atacante atuou pelo Houston Aces, dirigida pelo técnico Aguinaldo Silva, brasileiro que mora naquele país desde jovem e que deverá vir assistir alguns jogos da competição, a convite do Presidente Dr Paulo Roberto Leite de Arruda.

Isadora estará acompanhada da norte-americana Lindsay South, sua companheira na WPSL, que também atuou no Futebol Universitário dos EUA.

Ambas foram indicadas por Alexandre Mathias, que dirigiu o Vitória na Copa do Brasil deste ano e hoje atua como Coordenador Técnico do Vitória.

Lindsay South, de 23 anos, é natural da cidade de McKinney, Estado do Texas e ganhou inúmeros prêmios e foi capitão do seu clube nas divisões de base. Lindsay jogou na liga universitária dos EUA pela Universidade do Texas, San Antonio. Posteriormente, passou a disputar a Women Premier Soccer League, pelo American Eagles, de Dallas, e depois pelo Houston Aces. Um dos objetivos de vida de Lindsay South é jogar nas principais ligas do mundo e se diz muito emocionada em vir jogar o “jogo Bonito” do Brasil.

Fonte : Rede Record

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Decisão nos EUA

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Apenas duas equipas seguem na briga pelo título do Campeonato Americano após as semifinais disputadas no fim de semana. Já no outro lado do Atlântico, é hora de recomeço após a longa parada de meio de ano. O FIFA.com traz as novidades do futebol feminino pelo mundo.

Estados Unidos: A hora da decisão
Um novo nome será escrito na história da National Women’s Soccer League, já que Seattle Reign e Kansas City venceram as semifinais e farão a decisão de domingo. Time de melhor campanha da primeira fase, o Seattle teve dificuldades para bater o Washington Spirit, e a guardiã Hope Solo precisou inclusive defender um penalti. Veronica Perez colocou o Washington na frente antes de o Seattle empatar em cobrança de penalti por meio da escocesa Kim Little, artilheira da competição. Após Solo defender a cobrança de Dianne Matheson, Megan Rapinoe completou a virada a oito minutos do fim do jogo. No outro confronto, o Kansas aproveitou o fator local para superar o calor e o forte ataque do Portland Thorns. Os golos da vitória foram marcados no segundo tempo por Amy Rodriguez e Lauren Holiday.

Noruega: Líder reencontra a vitória
O líder LSK Kvinner voltou a vencer depois da surpreendente derrota diante do Roa pelo Campeonato Norueguês. Dois golos da experiente atacante da seleção nacional Isabell Herlovsen, um em cada tempo, foram suficientes para o time de Lillestrom bater o Avaldsnes. Campeão do ano passado, o Stabaek manteve o ritmo ao marcar nos dez primeiros minutos todos os golos da vitória de 3 a 0 sobre o Klepp. Já o Roa não repetiu o bom resultado da semana passada e ficou no 1 a 1 com o IK Grand Bodo.
Os três primeiros: LSK Kvinner (35 pontos), Stabaek (33), Roa (29)

Suécia: Pequenos ganham destaque
A retomada da liga nacional após o intervalo do meio de ano vem sendo lenta, e apenas dois jogos foram disputados na semana passada. As equipes do meio da tabela puderam então ganhar as manchetes, com Kristianstads e Vittsjö superando Pitea e AIK. Com o triunfo por 2 a 0 em Estocolmo, o Vittsjö parece ter engrenado depois de um primeiro semestre ruim. A vitória foi obtida com golos de Emma Sjodahl e da escocesa Jane Ross. Já a meio-campista Antonia Goransson iniciou como titular pela segunda vez após a transferência do Turbine Potsdam. O destaque agora fica para o confronto direto no meio da semana entre o vice-líder Örebro e o líder Rosengard.
Os três primeiros: Rosengard (36), Örebro (30), Kopparbergs/Gotemburgo (27)

Irlanda: Começa a nova campanha
A quarta temporada do campeonato nacional feminino começou no domingo sem o último campeão nacional. O Raheny United, que vem de boa participação na fase preliminar da Liga das Campeãs da Europa, teve o jogo contra o Castlebar Celtic adiado. Julie Ann Russell ganhou todas as manchetes no início do certame de sete equipes. A meio-campista irlandesa, que havia feito um golaço de falta contra a Eslovênia na semana passada, anotou dois golos para o UCD Waves contra o Galway, mas acabou expulsa nos minutos finais após um segundo cartão amarelo.

Fonte: FIFA

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“Atletas rezam para ter campeonato”, diz ex-capitã sobre futebol feminino no Brasil.

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A ex-zagueira e capitã da seleção brasileira em duas Copas do Mundo, Mônica, criticou a forma como o futebol feminino é conduzido no país. Para a ex-jogadora, que atualmente vive em São Carlos, no interior de São Paulo, a estrutura oferecida às atletas deixa a desejar em vários pontos, como a falta de um calendário anual de competições.

- A questão principal há muito tempo é essa estrutura oferecida [falta de um calendário anual de competições]. Atualmente, os campeonatos são muito curtos e, quando acabam, as jogadoras voltam pra casa e rezam para ter outro – disse a ex-atleta.

Outra queixa da capitã tem relação ao modo como as jogadoras são convocadas para defender a seleção brasileira. De acordo com Mônica, falta critério para as escolhas, principalmente quando uma jogadora é cortada e outra tem que ser chamada para substituí-la.

- A forma como as jogadoras são convocadas também é complicada. Por exemplo: se machuca uma zagueira, eles (comissão técnica) vão e perguntam: Quem foi campeã paulista este ano? Digamos que tenha sido a Ferroviária. Aí eles vão e convocam para substituir a jogadora machucada uma das zagueiras da Ferroviária, não pelo o que ela jogou, mas por ter sido campeã recentemente. Esse é o critério usado. Ou seja, falta um conjunto de coisas fundamentais que precisam ser revistos – contou a ex-capitã que, apesar das críticas, acredita que o futebol feminino possa melhorar no Brasil.

- Jamais vou tirar a esperança de uma menina que deseja ser jogadora de futebol, até porque eu trabalho com futebol feminino hoje em dia. Apesar dos problemas, acredito que um dia as coisas possam melhorar no futebol feminino – finalizou.

Fonte:  Red Record 

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Seleção do Brasil inicia preparação para Copa América nesta 2ª-feira na Granja Comary

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A Seleção Brasileira Feminina inicia nesta segunda-feira, 25 de agosto, a etapa de treinamento para a disputa da Copa América do Equador, que será realizada de 12 a 28 de setembro deste ano.

A delegação ficará concentrada na Granja Comary, em Teresópolis. Os dois primeiros dias serão de avaliações médicas. Os treinamentos, comandados pelo técnico Vadão e sua comissão, começam no dia 27 de agosto, às 9 horas.

Os treinos no CT da Seleção serão pela manhã, às 9 horas, e à tarde, às 15h30.

A viagem para o Equador será dia 9 de setembro, às 12 horas. No voo Copa215, a delegação vai do Rio de Janeiro para o Panamá; de lá, no voo Copa211, viaja para Quito. De Quito para Loja – local da estreia -, a viagem será no voo Tame EQ147. A chegada está prevista para as 7h15 (9h15 de Brasília).

Na competição, a Seleção Brasileira está no Grupo B e estreia dia 12 de setembro contra a Bolívia às 19h10 (21h10 de Brasília), na cidade de Loja. Na segunda rodada, o adversário será o Paraguai, dia 14, às 15h10 (17h10 de Brasília). A terceira rodada será de descanso para a Seleção. No dia 18, em Cuenca, o Brasil enfrenta o Chile, às 19h10 (21h10 de Brasília).

Das seis edições, a Seleção conquistou cinco: 1991, 1995, 1998, 2003 e 2010.

Fonte : CBF

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Venezuela desafia China em busca de ouro histórico

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Triunfo ou tragédia? No último dia do Torneio de Futebol Feminino da Olimpíada da Juventude de Nanquim 2014, será decidido quem voltará para casa com uma medalha em volta do pescoço e quem verá os seus sonhos de pódio chegarem ao fim.

Os jogos
Decisão do terceiro lugar
México x Eslováquia, Estádio Wutaishan, terça-feira, 26 de agosto, 18h (horário local)
Tanto México quanto Eslováquia fizeram por merecer a medalha de bronze. Nos seus compromissos pelas semifinais, as duas equipes ofereceram uma grande resistência contra os favoritos Venezuela e China e só foram derrotadas por muito pouco na disputa por pênaltis. Se conseguir o bronze, a Eslováquia, que participa pela primeira vez de um torneio feminino oficial da FIFA, estaria escrevendo mais um belo capítulo da sua impressionante história de sucesso. Para o México, a terceira colocação também seria uma façanha incrível.

Final
Venezuela x China, Estádio Wutaishan, terça-feira, 26 de agosto, 20h45 (horário local)
Jogando diante do seu próprio público, a China fará de tudo para coroar o bom desempenho até aqui com a conquista da medalha de ouro. A seleção do treinador Lu Yiliang venceu com tranquilidade as partidas da fase de grupos para chegar às semifinais contra a Eslováquia, mas então teve dificuldade para transformar as oportunidades em gols e precisou decidir a partida nos pênaltis. Contra a Venezuela, as chinesas precisam acima de tudo finalizar com mais precisão, além de ficar de olho na atacante Deyna Castellanos, que já marcou sete gols no torneio.

As venezuelanas viajaram para Nanquim 2014 com seis jogadoras no plantel que neste mesmo ano disputou a Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA na Costa Rica e ficou na quarta colocação. Uma vitória na final do Torneio de Futebol Feminino da Olimpíada da Juventude consagraria definitivamente esta geração de atletas sob o comando do treinador Kenneth Zseremeta. A Venezuela tem não apenas o melhor ataque da competição até o momento, mas também mostrou controle emocional e muita força de vontade ao superar o México na disputa por pênaltis. No entanto, a equipe não contará com a zagueira Nikol González, suspensa.

O número
4 – O número quatro é considerado de azar na China. E a superstição faz sentido se pensarmos que, antes de Nanquim, a seleção chinesa chegou a quatro finais consecutivas de torneios femininos da FIFA (o Torneio Olímpico de Futebol Feminino 1996, a Copa do Mundo Feminina da FIFA 1999 e as Copas do Mundo Femininas Sub-20 da FIFA 2004 e 2006), mas não venceu nenhuma. Agora, as jovens chinesas certamente farão de tudo para que a quinta tentativa seja bem-sucedida.

Fique de olho
Zhang Jiayun (CHN)
A lateral esquerda chinesa será muito exigida na final. Por um lado, para impedir juntamente com as companheiras de defesa os gols do forte ataque venezuelano, e por outro para se lançar ao ataque pelas pontas quando possível. Na partida contra a Namíbia, Zhang Jiayun fez isso muito bem. Contra as africanas, a jogadora colocou várias vezes as companheiras em boas situações e ela própria marcou dois gols.

Você sabia?
O México está participando pela 13ª vez de um torneio feminino oficial da FIFA. Além do Torneio de Futebol Feminino da Olimpíada da Juventude, as mexicanas já disputaram o Mundial adulto (1999 e 2011), o Torneio Olímpico (2004), a Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA (2002, 2006, 2008, 2010, 2012 e 2014) e Mundial Sub-17 (2010, 2012 e 2014). Em Nanquim 2014, a seleção mexicana chegou pela primeira vez entre as quatro melhores.

Fonte: Fifa

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França vence Coreia do Norte e fica com o terceiro lugar no Canadá 2014

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A disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo Feminina Canadá 2014 entre Coreia do Norte e França no Estádio Olímpico de Montreal começou morna, mas teve um segundo tempo emocionante e com golos. Com o placar de 3 a 2, a França venceu a Coreia do Norte e conquistou o terceiro lugar da Copa do Mundo Feminina Canadá 2014.

O primeiro tempo começou com duas mudanças nas equipes: a guardiã francesa Romane Bruneau substituiu a então titular Solene Durand, já a sempre presente Choe Un-Hwa estava no banco norte-coreano. De um lado, ficou a organização tática das asiáticas e, do outro, o domínio de bola francês. Apesar de mais posse de bola, as francesas não controlaram o jogo e, mais uma vez, mostraram dificuldades nas finalizações. Aos 26 minutos, RI Un Sim chegou pela primeira vez perto do golo adversário e, aos 31 minutos, a sempre bem marcada Claire Lavogez fez uma bela jogada e chutou ao golo com perigo. Aos 43 minutos, a francesa Sandra Toletti ainda bateu uma falta perto das travas, mas o jogo foi para o intervalo empatado e sem golos.

Diferente dos 45 minutos iniciais, o segundo tempo foi cheio de emoções e de golos. Logo aos três minutos, Ri Um Yong fez o golo da Coreia do Norte de cabeça, após falta batida por Choe Sol Gyong. A França não deu muito tempo para as norte-coreanas comemorarem e marcou seu golo cinco minutos depois, com a craque Claire Lavogez, para a alegria do público presente. Aos 21 do segundo tempo minutos, um golaço de Aminata Diallo de fora da área, deixou a França na frente do placar. Foi a vez de as coreanas não demorarem para responder e, apenas dois minutos depois, Choe Um Hwa empatou a partida. A camisa 4 da França Aissatou Tounkara, após escanteio batido por Lavogez, não deixou por menos e chutou em frente ao golo de Kim Chol Ok para deixar sua equipa na frente e, assim, garantir a suada vitória e a terceira colocação no torneio.

Craque do Jogo Live Your Goals: Griedge Mbock Bathy (FRA)

Fonte: FIFA

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Nigeriana Oshoala brilha como goleadora e melhor jogadora

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Depois de 32 jogos disputados, a Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA Canadá 2014 chegou ao fim, coroando a Alemanha como campeã - pela terceira vez -, à frente de Nigéria e França. Mesmo o futebol sendo um desporto coletivo, algumas jovens jogadoras do torneio se destacaram em campo e foram reconhecidas por seus desempenhos individuais. São elas:

Bola de Ouro adidas: Asisat Oshoala (NGA)

Bola de Prata adidas: Griedge Mbock Bathy (FRA)

Bola de Bronze adidas: Claire Lavogez (FRA)

A atacante nigeriana Asisat Oshoala, carinhosamente apelidada de “Superzee”, foi consagrada a melhor jogadora do torneio. Ela mostrou muita velocidade e habilidade para fazer golos, tanto que bateu alguns recordes e também foi a goleadora da da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA, levando para casa também a Chuteira de Ouro adidas.

A França mostrou força dentro de campo, e isso pôde ser comprovado pela nomeação de duas jogadoras da equipe entre as três melhores do torneio: a capitã Griedge Mbock Bathy e a camisa 10 Claire Lavogez. Peça fundamental da equipe de Gilles Eyquem, a defesa Bathy jogou em todas as partidas e mostrou força também no ataque. Com técnica, visão de jogo e arremates fortes, a habilidosa meio-campista Claire Lavogez ganhou destaque no Canadá 2014, principalmente após o golo que marcou contra a Costa Rica.

Chuteira de Ouro adidas: Asisat Oshoala (NGA)

Chuteira de Prata adidas: Pauline Bremer (GER)

Chuteira de Bronze adidas: Sara Dabritz (GER)

Com sete golos, duas assistências e alguns recordes, como os quatro golos marcados na vitória em cima da  Coreia do Norte, a craque da Nigéria Oshoala se tornou a terceira jogadora a marcar quatro vezes em uma partida do torneio. Ela agora é também a maior goleadora africana da historia da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA, passando à frente das compatriotas Desire Oparanozie, Ebere Orji e Cynthia Uwak – todas com cinco golos.

A tricampeã Alemanha mostrou que tem seu conjunto como ponto forte e, com isso, duas jogadoras foram premiadas: a atacante Pauline Bremer, com 5 golos e 6 assistências, e a meio-campista Sara Dabritz, que terminou a competição com 5 golos e 2 assistências.

Luva de Ouro adidas: Maike Kämper (GER)

Foram 26 defesas, seis golos contra e 81% de porcentagem de defesas em cinco partidas da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA Canadá 2014. A guardiã alemã Maike Kämper teve atuações de gala no jogo de estreia contra os Estados Unidos e na semifinal contra a França, além da decisão diante das nigerianas, tornando-se peça fundamental para a conquista da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA Canadá 2014.

Troféu FIFA Fair Play: Canadá

O Canadá recebeu o prémio pelo comportamento das jogadoras durante o torneio. A equipa anfitriã se portou de uma maneira exemplar diante das adversárias e das árbitras, tendo recebido apenas três cartões amarelos e nenhum vermelho, além de ter cometido só 25 faltas.

A FIFA apresenta este prémio com base em uma avaliação realizada pelos membros do Grupo de Estudos Técnicos da FIFA (GET), que realiza uma detalhada análise do comportamento das seleções tanto dentro quanto fora de campo. Seu objetivo é promover a desportivismo entre as jogadoras, as comissões técnicas e as torcidas que participam dos torneios da FIFA.

Fonte : FIFA

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Alemanha é campeã do mundo de sub-20

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Golo no prolongamento dá 3º título da categoria às jogadoras germânicas.





A Alemanha é campeã do mundo de sub-20 no futebol feminino, torneio realizado no Canadá. Esta madrugada, num jogo que o Eurosport transmitiu em direto, venceu a Nigéria por 1-0, mas sofreu muito. Sunday, uma das estrelas da Nigéria, podia mesmo ter resolvido o jogo para as africanas perto do final do tempo regulamentar. Tal não aconteceu e a partida foi para prolongamento; no tempo extra, aos 98 minutos Lena Petterman marcou o único golo da final, o momento que deu o título às alemãs. A Nigéria não conseguiu reagir e acabou por ficar no segundo lugar do mundial. A Alemanha é campeã do mundo de sub-20 pela 3ª vez.

Para história da FIFA fica ainda o primeiro torneio da categoria sem a exibição de qualquer cartão vermelho, estatística que realça o fair play existente entre as atletas participantes.

A nigeriana Oshoala ganhou o prémio de melhor jogadora e melhor marcadora (7 golos) da prova.

Fonte: Eurosport

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Maren Meinert: "Estamos jogando um grande torneio"

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A Alemanha nunca ficou de fora de uma edição da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA. Além disso, conquistou o título em 2004 e 2010. No Canadá, as garotas alemãs chegaram pela terceira vez consecutiva à final do torneio. O adversário da decisão é um velho conhecido do selecionado germânico, a Nigéria. Em 2010, a equipe comandada pela treinadora Maren Meinert, que como jogadora defendeu a seleção alemã principal em 92 partidas e foi campeã mundial em 2003, venceu o Mundial Feminino Sub-20 jogando em casa na cidade de Bielefeld depois de derrotar as nigerianas por 2 a 0.

Antes da grande final da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA Canadá 2014 em Montreal no domingo, o FIFA.com realizou uma entrevista exclusiva com Meinert.

FIFA.com: A sua equipe enfrentou seleções de diversos continentes ao longo deste torneio. Agora chegou a final contra a Nigéria, que é muito forte fisicamente. Como você acredita que será o jogo no domingo?
Maren Meinert: Tudo dependerá do físico. Sabemos que a Nigéria tem jogadoras atléticas e incrivelmente rápidas. Tudo dependerá de conseguirmos permanecer fiéis ao nosso estilo, colocarmos o foco no nosso jogo em equipe e não exagerarmos em jogadas individuais.

Como você mencionou, a seleção nigeriana tem jogadoras muito rápidas. Na sua opinião, quais as outras qualidades do seu adversário?
É uma equipe que se defende bem e faz transições rápidas para o ataque. As nigerianas praticam muitas trocas de posição sem perder a visão de conjunto. Esta é uma capacidade que nem todas equipes têm. Além disso, elas também são muito sólidas na defesa e por isso é difícil derrotá-las.

Como a Alemanha está se preparando para a final?
A regeneração é o mais importante nestes dias porque jogamos um longo torneio e não fizemos tantas substituições. As jogadoras estão sobrecarregadas. Na sexta-feira realizamos o último treino antes da sessão de treinamento final no estádio para consolidar certos procedimentos que serão importantes para o jogo contra a Nigéria.

Em 2010 a Alemanha também enfrentou a Nigéria na final. Você vê semelhanças entre as edições de 2010 e 2014 do torneio?
Há muitas coisas em comum. Em 2010 tínhamos uma equipe que se divertiu muito ao jogar o torneio em casa. Aquela seleção era muito ofensiva, tinha uma grande união e foi subindo de produção ao longo do torneio. O mesmo aconteceu aqui. Tivemos problemas antes da competição que não foram nada pequenos. Mas ao chegarmos aqui ficamos unidas e fizemos tudo da forma como eu imaginava.

Qual a sua avaliação sobre o desempenho da sua seleção até aqui?
Estou incrivelmente satisfeita. Acredito que jogamos um grande torneio. Acima de tudo se considerarmos a nossa trajetória ao longo do Mundial. Já enfrentamos talvez as melhores seleções do planeta: EUA, China, Brasil, o anfitrião Canadá e a França. E a Nigéria também faz parte deste grupo.

Qual foi o melhor momento do torneio para você até o momento?
Houve muitos. Mas o gol que marcamos de modo um pouco inesperado contra a França pouco antes do final foi um momento mais especial. Vimos isso também pelas reações das jogadoras: elas ficaram sem nem saber o que fazer consigo mesmas e com tanta alegria. Foi o melhor momento do torneio até aqui.

A guarda-metas alemã Meike Kämper teve uma atuação excelente na semifinal contra a França e muitas vezes impediu que a sua equipe sofresse gols. Na sua opinião, como está sendo a evolução das arqueiras no futebol feminino?
Já constatamos que as goleiras de futebol feminino tiveram uma melhora enorme. Vimos isso por diversos fatores: menos chutes de longe estão entrando no gol, e o jogo pelas pontas parece estar sendo mais bem-sucedido. O desenvolvimento entre as mulheres também pode ser observado no futebol de base. Todas as nações têm boas goleiras. Também chama a atenção que elas sabem jogar muito bem com os pés. Isso não era assim antigamente. Todas deram um grande passo adiante nesse aspecto.

A Copa do Mundo Feminina da FIFA 2015 já está se aproximando, e talvez algumas jogadoras do atual elenco alemão sub-20 voltarão ao Canadá para o torneio do ano que vem. Você decide juntamente com a treinadora da seleção principal Silvia Neid quais atletas merecem uma chance?

A treinadora assiste a todas as nossas partidas e também esteve conosco na fase de preparação. Ela conhece as jogadoras muito bem. Ela está sempre aberta a ideias. Obviamente conheço as jogadoras melhor. Ela observa o que gosta e então sempre tenho algo a acrescentar. É um processo que funciona durante todo o ano. Tivemos a sorte de a treinadora ter dado uma chance a muitas jogadoras nos últimos anos. Se observarmos a nossa seleção na Eurocopa Feminina 2013, poderemos ver que a equipe era muito jovem. Espero que uma ou outra jogadoras consigam dar o próximo grande passo a partir daqui.


Fonte: FIFA

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Desforra entre africanas e europeias promete emoção

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Hora de revanche! A final da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA Canadá 2014 repete o duelo de 2010 entre Alemanha e Nigéria. Naquele ano, a equipe alemã saiu campeã, em casa. Agora as africanas, em franca evolução, tentam dar o troco.

Esta já é a quarta vez que a seleção germânica vai para a final do torneio, sendo três vezes consecutivas, numa prova única de consistência. Mas a Nigéria já dá sinais também de que vai se tornando uma potência da categoria, alcançando a segunda final em três edições. Hora de medir o quão forte está o seu programa.

Na disputa pelo terceiro lugar, a França enfrenta a Coreia do Norte, campeã mundial em 2006. As coreanas foram responsáveis pela eliminação das atuais campeãs norte-americanas nas quartas de final, mas chegam à partida pós uma derrota avassaladora contra as nigerianas. Já a equipe francesa, apesar de ter dominado as ações do jogo contra a Alemanha na semifinal, mostrou um problema que já vinha sendo observado em partidas anteriores: a falta de golos.

O FIFA.com apresenta o que vem por aí nos últimos encontros do Canadá 2014:

Os jogos

A final: Nigéria x Alemanha, Montreal, 24 de agosto de 2014, 19h (horário local)

A vitória da Nigéria sobre a Coreia do Norte por 6 a 2 bateu alguns recordes, como os quatro golos marcados pela nigeriana Asisat Oshoala, que se tornou a terceira jogadora a marcar quatro vezes em uma partida do torneio. Além disso, valeu também como o maior placar de uma semifinal na história da competição. Isto é: confiança não vai faltar para as africanas para encarar um oponente tão tradicional Alemanha. Em seus dois jogos anteriores, as nigerianas conseguiram golos-relâmpago, que desestabilizaram seus oponentes, para depois se impor com  força física e velocidade.

A Alemanha, no entanto, representa um duro teste. Com uma campanha irrepreensível e muita eficiência nas finalizações, a equipe superou a forte equipe da França na semifinal vencendo por 2 a 1 e agora espera repetir a dose contra um adversário que faz o pais se lembrar da campanha de 2010. Ano em que suas garotas não só se sagraram bicampeãs, como puderam comemorar em casa. Nesse sentido, a equipe alemã conta a guardiã Meike Kaemper para tentar segurar a sensacional Asisat Oshoala.

Disputa pelo terceiro lugar: Coreia do Norte x França, Montreal, 24 de agosto de 2014, 16h(horário local)

Esta geração de jogadoras da França chegou ao Canadá embalada pelas conquistas da Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA em 2012 e da UEFA Euro Sub-19 em 2013. Apesar de mostrar melhor futebol e criar as melhores chances em quase todos os jogos, as francesas perderam em eficiência e não conseguiram fazer os golos necessários.

A Coreia do Norte, campeã na Rússia 2006, conta com a atacante Ri Un Sim para encarar essa forte geração francesa. Promessa de um bom duelo com a defesa e capitã Griedge M’Bock Bathy, que também consegue dar sua contribuição ofensiva.

Fique de olho

Já são sete golos no Canadá 2014, para liderar a tabela de goleadoras, sendo que quatro deles foram marcados apenas na semifinal. Em alta, Asisat Oshoala se tornou também a maior goleadora africana da historia da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA, passando à frente das compatriotas Desire Oparanozie, Ebere Orji e Cynthia Uwak – todas com cinco golos. Desnecessário dizer que as alemãs estarão, sim, muito atentas ao posicionamento dela.

O número

10 - Alemanha balançou as redes durante os últimos 10 minutos em quatro de seus cinco jogos durante a campanha no Canadá 2014.

O que eles disseram

“Um gol feito no começo do jogo contra qualquer time dá à equipe confiança e quebra a do adversário. Agora estamos na final e não temos medo de ninguém. Se você quer conquistar coisas boas, é importante ter inteligência dentro de campo e uma jogadora que possa fazer a diferença.” - Peter Dedevbo, técnico da Nigéria

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Liga dos Campeões: Clube Atlético Ouriense vai defrontar Fortuna Hjørring

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Os dez clubes provenientes da fase de qualificação juntam-se aos 22 apurados directamente para os 16 avos-de-final.

Vão existir dois potes no sorteio dos 16 avos-de-final: um com as 16 equipas cabeças-de-série com melhor coeficiente no “ranking” e o outro com as restantes 16. As equipas não cabeças-de-série serão sorteadas frente às equipas cabeças-de-série e jogarão a primeira mão em casa. Nenhum clube poderá defrontar equipas do seu país, nem equipas com as quais tenha medido forças no respectivo grupo da fase de qualificação.

Segue-se o sorteio para a ronda seguinte, os oitavos-de-final, no qual não existirão cabeças-de-série. As 16 bolas contendo tiras de papel com a designação de “Vencedor do Jogo 1″ a “Vencedor do Jogo 16″ serão colocadas numa só taça e misturadas. A primeira equipa sorteada receberá em casa, na primeira mão, a segunda equipa sorteada e o procedimento repete-se até estarem definidos todos os oito embates. Não haverá qualquer tipo de restrições no sorteio.

Calendário do torneio
Sorteio dos 16 avos-de-final e oitavos-de-final: 22 de Agosto
16 avos-de-final; 8/9 e 15/16 de Outubro
Oitavos-de-final: 8/9 de Novembro e 12/13 de Novembro
Sorteio dos quartos-de-final e meias-finais: 19 de Novembro
Quartos-de-final: 21/22 e 28/29 de Março
Meias-finais: 18/19 e 25/26 de Abril
Final (Berlim): 14 de Maio

Fonte : FIFA

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Mundial Sub-20: Final Alemanha-Nigéria, Domingo 23h30, Eurosport

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Estão encontradas as duas seleções finalistas que vão discutir o Campeonato do Mundo de futebol feminino de Sub-20, que decorre no Canadá. A Alemanha e Nigéria medem forças na final do torneio este domingo. Jogo para ver em direto no Eurosport às 23h30.

A Alemanha volta a ter uma oportunidade para conquistar o Mundial depois de há 4 anos ter perdido a final para os Estados Unidos. A seleção germânica venceu a França por 2-1 esta quarta-feira em Montreal.

Pauline Bremer abriu as hostilidades aos 12 minutos para as alemãs. Mbock Bathy empatou a partida em cima do apito para o intervalo, na sequência de um canto. Mas aos 81 minutos, Lena Petermann, também num canto, marcou o golo do triunfo da Alemanha que vai assim jogar a sua quarta final de um Mundial Sub-20 em sete edições. Procura o seu terceiro título.

A outra equipa apurada para a final é a Nigéria. Noutro encontro das “meias” as africaras deram um recital ofensivo e esmagaram a Coreia do Norte por 6-2. A grande figura do encontro foi a avançada Oshoala, autora de um “poker”. É a melhor marcadora deste mundial com 7 golos. Dike e Sunday também inscreveram o seu nome na lista de marcadoras da partida. Do lado das asiáticas marcaram Ri Un-sim e Jon So-yon de grande penalidade.

A Nigéria volta a marcar presença na final de um Mundial. Será segunda vez. Curiosamente o derradeiro encontro é a reedição da final de 2010 que a Alemanha venceu por 2-0 sagrando-se campeã em casa, em Bielefeld.

França e Coreia do Norte discutem o terceiro lugar na prova.

Domingo 24 Agosto às 20:45 – Jogo para o 3º lugar – França – Coreia do Norte – Eurosport Internacional

Domingo 24 Agosto às 23:30- Final – Alemanha – Nigéria – Eurosport Internacional
Fonte: eurosport

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Paio Pires FC cancela jogo de apresentação frente ao Boavista FC

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O Paio Pires FC informa que por motivos alheios à sua vontade, o jogo de apresentação da sua equipa sénior feminina marcado para o próximo sábado, dia 23 de agosto não se realizará.

Mais informa que no jogo de apresentação a equipa de Paio Pires irá ter como adversário a equipa CFF Estoril Praia em jogo que será disputado no dia 31 agosto pelas 17 horas.

Fonte: Pagina Oficial Facebook

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Lina Magull, decisiva mesmo longe da melhor forma

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O ano de 2014 não começou exatamente bem para Lina Magull. No início de abril, a jogadora de 20 anos sofreu uma ruptura parcial do ligamento da sindesmose, uma camada de tecido fibroso que serve de ligamento entre os ossos. Passou várias semanas apenas no departamento médico do Wolfsburg até se recuperar, ser convocada para a seleção alemã sub-20 e se tornar decisiva na caminhada das semifinais na Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA Canadá 2014.

"O programa de recuperação (depois dos jogos) é o mesmo", afirmou Magull em entrevista ao FIFA.com. "Corremos, recebemos massagens e vamos para a piscina de gelo. Mas recebo tratamento extra para o pé, ou melhor, para todo o meu corpo. É perceptível que não estou jogando o máximo que posso. Estou contente de pelo menos estar aqui. Antes do começo do torneio, conversei com a Sra. Meinert sobre isso. Nós duas tínhamos consciência de que eu não conseguiria jogar por 90 minutos em todas as partidas. Quando não dá mais, eu mesma faço um sinal ou me avisam de fora e sou substituída."

O fato de Magull ter sido escolhida para ser a capitã da equipe apesar da sua lesão mostra a excepcional qualidade da camisa seis da seleção alemã. "Ser capitã é sempre algo especial", declarou ela. "É a primeira vez que estou exercendo esta função em um torneio tão importante. Obviamente as exigências são grandes, mas a equipe e também a treinadora sabem que estou dando o meu melhor e procurando ajudar o máximo possível a equipe — tanto dentro quanto fora de campo."

E ela vem fazendo isso com muito sucesso. Magull entrou em campo como titular e capitã em todas as partidas da Alemanha e todas as vezes teve participações decisivas. A sua última grande atuação aconteceu nas quartas de final contra o anfitrião Canadá. Diante de 22.421 torcedores, Magull e companhia mostravam por que são consideradas favoritas ao título.

"Não foi um jogo fácil", afirmou. "O Canadá é uma seleção realmente muito forte e os espectadores obviamente estavam do seu lado. Depois da vitória, no entanto, muitos torcedores se alegraram por nós. Foi legal. Deixamos uma impressão positiva entre a torcida. Talvez tenhamos conseguido atrair alguns deles para o nosso lado para o próximo jogo. Tivemos uma atuação superior e entraremos com uma boa sensação no encontro com a França."

Hora da revanche
Nas semifinais, a França será um adversário que a treinadora Maren Meinert já conhece muito bem. Na Eurocopa Feminina Sub-19, as duas equipes também se enfrentaram nas semifinais. E na ocasião as francesas ficaram com a vitória.

"A França é uma equipe muito forte, com muitas jogadoras boas tecnicamente", comentou Magull, descrevendo os seus sentimentos antes do confronto. Ela enxergou uma pequena vantagem, talvez decisiva, a favor do seu país. "Já jogamos muitas vezes contra a França. O último jogo na Eurocopa obviamente não saiu da minha cabeça. Perdemos por 2 a 1. Isso nos fortalece ainda mais porque queremos uma compensação pela derrota."

A França teve um dia a menos do que a Alemanha para se recuperar e fez um jogo muito desgastante contra a Coreia do Sul na fase anterior. "Ter um dia a mais para se recuperar é muito importante para o nosso corpo", comentou Magull. "A França ainda jogou alguns minutos a mais por causa da prorrogação e da disputa por pênaltis. Enxergo nisso uma pequena vantagem e espero que consigamos aproveitá-la."

Fonte ; Fifa

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Sub-19: “Sinto que estamos cada vez mais unidas”

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Sara Moreira garante que as sub-19 constituem um grupo cada vez mais unido e preparado para participar no I Torneio de Apuramento para o Campeonato da Europa de 2015.

A Seleção Nacional feminina sub-19 continua a cumprir o segundo estágio de observação da nova época, cumprindo os trabalhos agendados para o Centro de Estágios e Formação Desportiva de Rio Maior até à próxima quinta-feira.

Sara Moreira, uma das 24 atletas eleitas pelo Treinador Nacional José Paisana para este estágio, faz um balanço positivo dos treinos até ao momento e diz que sente a equipa cada vez mais preparada: “Está a correr bem. A cada dia que passa, estamos mais fortes, com um rendimento melhor. Ainda temos aqui elementos de escalões etários inferiores, mas neste momento essa distinção não existe, estamos na Seleção Nacional feminina sub-19. Toda a gente está a entender-se melhor, dentro e fora do campo. No meu caso particular, este é o primeiro estágio da temporada, pelo que ainda me estou a habituar à forma de jogar das minhas colegas. Quanto mais tempo estamos juntas, melhor nos conhecemos. Eu confio nelas e quero que elas também confiem em mim. Já não falta muito tempo para para jogarmos o I Torneio de Apuramento para o Europeu, e sinto que formamos um grupo cada vez mais unido.”

A guardiã ligada ao Chelsea FC é a única jogadora às ordens de José Paisana que atua no estrangeiro, mas confessa que é difícil estabelecer uma comparação entre as formas de trabalhar na Seleção Nacional e no seu clube: “Como são equipas com estilos de jogo e objetivos em campo diferentes, não é muito fácil comparar. O que sei é que num e noutro grupo o nível é muito elevado, tanto técnica como fisicamente. Os treinadores querem sempre que o nosso jogo tenha uma grande dinâmica, com a bola sempre a rolar de pé para pé”, garantiu.

O último apuramento da Seleção Nacional sub-19 para um Campeonato da Europeu aconteceu em 2012 e Sara Moreira admite que essa equipa serve de inspiração às jogadoras que neste momento vão tentar levar a bom porto a mesma missão: “Inspiramo-nos nesse exemplo. Temos jogadoras que estiveram nesse Europeu. É bom que isso aconteça porque podemos olhar para elas e dizer. Se conseguiram chegar lá, nós também podemos conseguir! Isso é uma motivação adicional para nós conseguirmos viver essa experiência que elas já tiveram. Para além disso, algumas das jogadoras dessa equipa de 2012 já chegaram à Seleção A, o que nos faz acreditar que o nosso futuro pode ser bom. Vamos dar tudo para ultrapassar obstáculos difíceis que temos pela frente e deixar os portugueses orgulhosos.”

In fpf.pt


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Ana Borges Nós Lá Fora

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Ana Borges soma 84 internacionalizações no futebol feminino, 27 na seleção de sub-19 e 57 na equipa principal. Começou na Fundação Laura dos Santos, jogou em Espanha e nos Estados Unidos, e atualmente alinha pelo Chelsea de Londres.




O futebol sempre a atraiu, e um dia, de calças de ganga e botas, fez um treino na Fundação Laura Santos. Nunca mais abandonou a modalidade.

Com 27 internacionalizações pela seleção de sub-19, o primeiro convite para jogar no estrangeiro surgiu quando tinha 18 anos. Assinou por três épocas pelo Prainsa Zaragoza, de Espanha, e acabou por prolongar o contrato por mais duas temporadas.

Pelo clube espanhol passaram também Jamila Marreiros, Sónia Matias, Cláudia Neto e Edite Fernandes. E foi a própria Edite Fernandes que acabou por ajudar Ana Borges a atravessar o Atlântico para representar o Santa Clarita Blue Heat, nos Estados Unidos.

Nas duas temporadas que alinhou pela formação norte-americana, foi nomeada para a equipa da Conferência Oeste.

Na última época, Ana Borges esteve no Atlético de Madrid. Acreditava que seria possível vencer o título mas acabou atrás do Barcelona e do Bilbao.

A jogadora do Chelsea encontra-se em Portugal ao serviço da seleção principal. Se jogar contra a Escócia dia 20 somará a 58.ª internacionalização.

A seleção portuguesa de futebol feminino joga dia 20 em Viana do Castelo às 18 horas contra a Escócia, um jogo de preparação a pensar nas partidas com a Holanda e a Bélgica da fase de qualificação para o Mundial.

Ana Borges evoca o brilharete do Ouriense, a primeira equipa portuguesa a qualificar-se para a Liga dos Campeões do futebol feminino, e os últimos resultados das seleções para alimentar o seu sonho: representar a seleção portuguesa numa fase final de um europeu ou de um campeonato do mundo.

In RTP

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Comemoração e decepção em jogos decisivos

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Alegria e frustração não faltaram nos Estados Unidos e no Japão, que tiveram uma semana de jogos decisivos para os respectivos campeonatos femininos. Já na Suíça, a história é diferente porque a nova temporada está apenas começando. Na Noruega, o destaque foi uma craque que brilhou sozinha na rodada. O FIFA.com confere o que aconteceu de melhor na rodada do futebol feminino de clubes em alguns dos grandes torneios nacionais pelo mundo.

EUA: Morgan é a heroína
Craques de verdade aparecem quando mais se precisa deles. E com Alex Morgan não foi diferente, já que ela salvou o Portland Thorns de forma dramática e manteve as esperanças do time de defender o título nacional. Necessitando vencer para se classificar para a próxima fase do Campeonato Americano, o Thorns contou com o gol da atacante – o único da partida – para derrotar o Seattle Reign fora de casa diante de 17 mil pessoas e infligir apenas a segunda derrota do líder na competição.

O resultado, por outro lado, foi um banho de água fria nas pretensões do Chicago Red Stars, que vinha de um empate em 3 a 3 no dia anterior com o Western New York Flash, mas acabou ficando de fora dos mata-matas no saldo de gols, apesar de somar o mesmo número de pontos do Washington Spirit.

Duas britânicas terminaram a primeira fase do campeonato em alta. A escocesa Kim Little, do Seattle, foi a artilheira com 16 gols, enquanto sua companheira de equipe, a galesa Jess Fishlock, terminou na ponta da lista de assistências, com oito.

Os três primeiros: Seattle Reign (54 pontos), Kansas City (41) e Portland Thorns (36).

Japão: Primeira fase termina com novo líder
Em uma competição há muito tempo dominada por outras equipes, o Okayama Belle Yunogo finalmente encontrou seu lugar ao sol ao vencer a primeira fase da temporada. Enquanto os primeiros colocados vinham perdendo pontos nas últimas rodadas, o Okayama se manteve firme e terminou no topo da tabela com a goleada por 7 a 0 sobre o Universidade de Kibi, com três gols da capitã da seleção nacional, Aya Miyama.

Quem mais sofreu com a classificação final foi o Urawa Red Diamonds, que liderou o torneio por um bom período, mas deu adeus à ponta com a derrota pelo placar mínimo para o INAC Kobe Leonessa. Apesar do placar, o Leonessa se garantiu nos mata-matas, reservado aos seis melhores da primeira fase, e manteve as chances de defender o título conquistado em 2013. Já o NTV Beleza, que empatou em 3 a 3 com o modesto Elfen Saitama, também perdeu a chance de terminar na liderança.

Os três primeiros: Okayama Belle Yunogo (36 pontos), NTV Beleza e Urawa Red Diamonds (35).

Noruega: Campeãs vencem no sufoco
Segundo colocado da competição, o Stabaek se manteve na corrida pela defesa do título ao derrotar o vice-lanterna Amazon Grimstad com um sofrido 2 a 1 – o segundo gol, de pênalti, foi da experiente meia da seleção norueguesa Ingvild Stensland. Já o líder Lillestrom foi surpreendentemente derrotado por 4 a 1 pelo Roa, terceiro, e agora só tem dois pontos de vantagem sobre o Stabaek. O destaque da goleada foi a jovem atacante Sofie Jensen, de 19 anos, que marcou todos os gols de sua equipe, incluindo três no primeiro tempo.

Os três primeiros: Lillestrom (32 pontos), Stabaek (30) e Roa (28).

Suíça: Zurique começa bem
Mesmo com atraso, o Zurique, atual tricampeão suíço, começou sua campanha em 2014-15 da melhor maneira: goleando o St. Gallen por 7 a 0. A estreia do time foi adiada devido a seus compromissos pela Liga das Campeãs da UEFA. Quem aproveitou essa ausência foram Neunkirche e Basileia, que ganharam três dos quatro primeiros jogos e aparecem na liderança da competição.

Os três primeiros: Basileia e Neunkirche (nove pontos), Yverdon e Young Boys (sete).

in FIFA

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Seven Stars sagrou-se bicampeão

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O Seven Stars sagrou-se bicampeão de futebol feminino de Cabo Verde, ao vencer, o Sporting da Brava, por 5-0, na muito aguardada final que decorreu no Estádio da Várzea (Cidade da Praia).

Prova a cargo da Federação Cabo-verdiana de Futebol e organizada pela Associação Regional de Futebol de Santiago Sul, o Sporting da Brava foi distinguido com o Prémio Equipa Revelação e o Sporting do Porto Novo com a Taça Fair-Play.

A edição de 2014 contou, recorde-se, com a participação de sete equipas – Seven Stars, Sporting da Brava, Santa Maria, Porto Novo, Black Panthers, Aguias Vermelhas e Madeirense.

In abola.pt

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Clássico europeu e um duelo de forças da categoria nas semifinais

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A ausência dos Estados Unidos, atuais campeões, nas semifinais da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA Canadá 2014 pode até ser surpreendente, mas não dá para dizer que nenhuma das quatro equipes que seguem na briga pelo título seja de fato uma zebra. Afinal, um dos duelos reúne duas forças da competição – a Alemanha, vencedora em 2004 e 2010, e a França, atual campeã europeia e equipe com melhor desempenho na primeira fase –, enquanto o outro conta com seleções que têm firmado sua condição de potências do futebol feminino: a Coreia do Norte, campeã mundial em 2006, e a Nigéria, vice em 2010 e que esteve nas semifinais das últimas duas edições do torneio. O FIFA.com apresenta o que vem por aí nas semifinais:

Os jogos
Coreia do Norte x Nigéria, Moncton, 20 de agosto de 2014, 17h (horário local)
A Coreia do Norte é a única entre as quatro semifinalistas que já perdeu uma partida no torneio – diante do Canadá, no fechamento da fase de grupos, quando as asiáticas já tinham vaga assegurada. Mas isso ficou para lá de esquecido depois de a equipa ter protagonizado a eliminação das americanas nas quartas de final, quando arrancou um empate em 1 a 1 e impôs a quarta derrota dos EUA em quatro disputas por penaltis na história do Feminino Sub-20.

Do lado das nigerianas, a confiança não vem por conta de uma vitória emocionante, mas de uma avassaladora: mostrando força física e velocidade, as africanas atropelaram a Nova Zelândia desde o início, quando Asisat Oshoala marcou o segundo golo mais rápido da história do torneio, aos 32 segundos, e aos 12 minutos já dobrou a vantagem e abriu caminho para a goleada por 4 a 1. 

Alemanha x França, Montreal, 20 de agosto de 2014, 19h (horário local)
Pelo que tem acontecido recentemente, dá para dizer que o encontro dos dois melhores ataques da competição – as alemãs com 14 golos e as francesas, com 12 – é um clássico da categoria. Esta geração de jogadoras da França chegou ao Canadá embalada pelas conquistas da Copa do Mundo Feminina Sub-17 da FIFA em 2012 e da Euro Sub-19 em 2013 – ocasião em que eliminou justamente a Alemanha de Maren Meinert, nas semifinais, ao vencer por 2 a 1.

Além do desejo de desforra, as alemãs vêm embaladas por uma campanha irrepreensível até aqui: lideraram o temido Grupo B – com vitórias sobre EUA e Brasil e um empate com a China – e jogaram bem na vitória por 2 a 0 sobre o Canadá nas quartas de final. Enquanto a ofensiva da Alemanha segue à toda, liderada pelas goleadoras Sara Daebritz e Pauline Bremer, as francesas viram seu ataque ser barrado pela primeira vez nas quartas: a Coreia do Sul segurou um 0 a 0 por 120 minutos e só foi se render nos penaltis, na última cobrança, da craque Claire Lavogez.

Fique de olho
Na primeira decisão por penaltis de sua carreira, nas quartas de final, a guardiã da Coreia do Norte, Kim Chol Ok, não se mostrou nada fora de lugar: defendeu as cobranças de três americanas – Savannah Jordan, Lindsey Horan e Rose Lavelle – e foi a grande responsável pela eliminação das atuais campeãs. “Tenho que admitir: eu adoro os penaltis!”, disse ela – como se já não tivesse dado para perceber.

O número

3 - Pauline Bremer, da Alemanha, deixou sua marca em forma de golos em três partidas consecutivas: contra China, Brasil e Canadá. Notável, certo? Mas ainda muito atrás do recorde histórico da competição, de sua compatriota Alexandra Popp, que em 2010 fez golos em absolutamente todos os seis jogos do torneio.

O que eles disseram

“Estou pronto para a Coreia do Norte. Eu conheço a equipe, eles também nos conhecem e eu quero vencê-los de qualquer maneira”, Peter Dedevbo, treinador da Nigéria

“Nós sabemos como é a equipe alemã, assim como elas também nos conhecem e sabem que nós podemos vencê-las. Eu acho que elas estão um pouco assustadas com esta equipe francesa. Nossas jogadoras estão esperando esta partida desde o começo do torneio e elas estarão prontas”, Gilles Eyquem, técnico da França

In pt.fifa.com