Ana Borges soma 84 internacionalizações no futebol feminino, 27 na seleção de sub-19 e 57 na equipa principal. Começou na Fundação Laura dos Santos, jogou em Espanha e nos Estados Unidos, e atualmente alinha pelo Chelsea de Londres.
O futebol sempre a atraiu, e um dia, de calças de ganga e botas, fez um treino na Fundação Laura Santos. Nunca mais abandonou a modalidade.
Com 27 internacionalizações pela seleção de sub-19, o primeiro convite para jogar no estrangeiro surgiu quando tinha 18 anos. Assinou por três épocas pelo Prainsa Zaragoza, de Espanha, e acabou por prolongar o contrato por mais duas temporadas.
Pelo clube espanhol passaram também Jamila Marreiros, Sónia Matias, Cláudia Neto e Edite Fernandes. E foi a própria Edite Fernandes que acabou por ajudar Ana Borges a atravessar o Atlântico para representar o Santa Clarita Blue Heat, nos Estados Unidos.
Nas duas temporadas que alinhou pela formação norte-americana, foi nomeada para a equipa da Conferência Oeste.
Na última época, Ana Borges esteve no Atlético de Madrid. Acreditava que seria possível vencer o título mas acabou atrás do Barcelona e do Bilbao.
A jogadora do Chelsea encontra-se em Portugal ao serviço da seleção principal. Se jogar contra a Escócia dia 20 somará a 58.ª internacionalização.
A seleção portuguesa de futebol feminino joga dia 20 em Viana do Castelo às 18 horas contra a Escócia, um jogo de preparação a pensar nas partidas com a Holanda e a Bélgica da fase de qualificação para o Mundial.
Ana Borges evoca o brilharete do Ouriense, a primeira equipa portuguesa a qualificar-se para a Liga dos Campeões do futebol feminino, e os últimos resultados das seleções para alimentar o seu sonho: representar a seleção portuguesa numa fase final de um europeu ou de um campeonato do mundo.
In RTP

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